O Bardo

Pelo fim… Está bem, vou começar pelo fim. Um… um amigo meu, Carlos Waise, desapareceu há dois dias. Karin, com a sua maneira de falar pausadamente, contou que Carlos trabalhava numa loja de livros raros e costumava indicar-lhe bons livros à venda por particulares, em livrarias ou em leilões. Carlos não sumi­ria sem me dar notícias, tenho medo de que alguma coisa grave tenha acontecido com ele. Weksler perguntou se ela havia ido à polícia comunicar o desapareci­mento e ela respondeu que o doutor Medeiros, um amigo do seu pai, indicara o meu nome. O velho doutor Medeiros chutava para mim só aquilo que não dava muita grana.
obardoobardo

2 comentários para “O Bardo”

  1. FRAME01 disse:

    muito legal teu trampo…

  2. Tatiane disse:

    Genial teu traço e teu humor. A maneira que usa o cinza da aquarela e o preto na pena é de primeira. É no teu traço que quero ler o Mandrake! Parabéns!

Deixe um comentário